sábado, 12 de janeiro de 2019

6 anos sem ti...

Há precisamente 6 anos, num Sábado cinzento como o de hoje, escrevia eu uma carta a me despedir de ti. Ainda vivias dentro de mim. Foi nessa noite que a vida abandonou o teu corpo doente. No dia seguinte nasceste e partiste. Esta é a época do ano mais difícil para mim. Revivo cada momento e a tristeza assalta-me com tanta força que sinto tudo de novo. Consegui reduzi-la aos poucos e a cada ano que passou, tornou-se mais pequena. Mas nunca me abandonou. Consigo vê-la, senti-la no meu rosto, mesmo quando sorrio. A dor vive comigo desde o dia em que nos separámos. Magoou-me muito deixar-te partir. Magoou-me imenso ser eu a tomar essa decisão. Mas nada mais eu poderia fazer por ti. A tua curta vida tinha encontro marcado com a morte. Partiste mas ficaste. Ficaste para sempre comigo, aqui dentro do meu coração. Marcaste a minha vida como uma linda história de amor... Só não vivemos felizes para sempre. Mas amei-te com toda a minha alma e todo o meu coração. E sei que, até ao meu último sopro de vida, te vou amar Para Sempre Meu Anjinho 💙

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Terias 5 aninhos...

Terias 5 aninhos... Apesar de ser algo que não se concretizou, nunca esqueci a data prevista do teu nascimento. Seriam 5 anos de um amor incondicional e infinito, meu menino, meu anjinho. Em mim, de alma e coração, esse amor existe, vive, sobrevive infinito e imortal. Sei que só eu te recordo e sinto saudade. E entendo que não poderia ser de outra forma, afinal só eu te conheci e amei. Sinto falta destes 5 anos que não vivemos juntos... vou-te amar Para Sempre Meu Anjinho 💙 

sábado, 13 de janeiro de 2018

Foi há 5 anos...


Foi há 5 anos que partiste. Um imenso vazio ficou. A dor me acompanha desde então. Hoje sinto que a ferida ainda não sarou. Talvez por fora, mas não por dentro. Continua a doer sempre que me lembro de ti. Sorrio porque me visitaste e me fizeste muito feliz. Choro porque a tua ausência é dolorosa para mim. Esta noite sonhei contigo, ou penso que serias tu... eras um menino lindo, sorridente e só querias o colinho da mãe. E a mãe era eu... Teria sido assim, terias sido assim. Mais uma vez o modo condicional a condicionar a minha vida. Nos últimos tempos tenho pensado muito em ti, na gravidez que vivi, nos sonhos que sonhei para ti e para mim, na felicidade de te amar, na dor de te perder. Sempre sorrio ao lembrar-me de ti, sempre os olhos se inundam de lágrimas ao pensar em ti. Gostaria que estivesses aqui. Terias 4 anos e 7 meses. Perdi muito de mim ao longo destes anos. Respirar, por vezes, é doloroso. E viver é doer. Ainda assim, consigo rir e fingir que sou feliz. E a "mentira" se torna verdade se simulada muitas vezes. Mas sempre que olho para mim, sinto que me desintegro um pouco mais a cada dia. Tento reverter o processo e olhar mais além, onde o futuro existe. Mas esse futuro depende do presente que construo todos os dias. E esse presente é como um frágil castelo de cartas que no final do dia deitei abaixo, mais uma vez. Fragmentos de mim mesma espalhados pelo chão da minha existência. Não me sentia feliz antes da tua chegada até mim. A tua vida tornou a minha mais valiosa. Depois perdi-te e voltei a perder-me. Encontrei-me por vezes. Perdi-me mais vezes ainda. Quando chegaste, penso que senti-te como a luz de um farol longínquo... a luz que me guiava rumo à felicidade. E ao caminhar na sua direcção sentia-me plena, leve e feliz - aliviada! Hoje, e desde sempre, os meus passos seguem a luz da tua irmã... e é só por ela que vivo. A função de mãe é amar, apoiar, dar asas e deixar voar. E é manter o ninho livre e acolhedor, aberto para a "cria" ter para onde voltar. E todas voltam. Porque a vida é dura e cruel. E todos nós precisamos de um ninho para onde voltar e poder repousar ou curar as feridas. Ou simplesmente, sentirmo-nos bem-vindos, amados, queridos, desejados. Sentirmos o calor de um abraço ou de uma refeição quente. Sentirmos o amor de quem nos ama num olhar, num sorriso, numa palavra amiga. Queria te ter dado tudo isso e muito mais. Mas há 5 anos o nosso rumo mudou e os nossos caminhos se separaram. Tu tinhas o teu destino, eu tenho o meu. A bússola da vida se desorientou... Não sei onde fica o Norte ou se devo seguir as estrelas. Leva-me o vento, da suave brisa ao vendaval intenso. É assim que sinto a vida. E contigo pairei no ar, saboreei o vento, foste a lufada de ar fresco, a suave brisa. Foi há 5 anos que partiste, mas todos os dias te amei. E vou-te amar Para Sempre Meu Anjinho.

Carla André

domingo, 4 de junho de 2017

4 aninhos

4 de Junho. Hoje seria o teu dia. Hoje terias 4 aninhos. Se tudo tivesse corrido como previsto, este seria o dia do teu nascimento. Seria... Não foi, e ainda assim, nunca esqueço este dia. Uma data que ficou marcada no meu coração, para sempre... E continuo a amar-te, tal como quando vivias comigo. Durante aquelas 20 semanas amei-te como quem ama por uma vida inteira. Partiste para sempre e eu ainda te amo e amarei eternamente. 

Carla André

terça-feira, 22 de novembro de 2016

21 de Novembro 2012

Ontem fez 4 anos que te vi pela segunda vez. Fiquei tão feliz quando a médica disse que estava tudo bem contigo... 
Sabes, dizem-me para esquecer, para não estar sempre a lembrar, mas não consigo. Exististe e és parte de mim. Como posso eu esquecer-te? Como posso eu fingir que não me lembro de ti? Fazê-lo seria negar a tua existência.E tu ainda existes e "vives" dentro de mim. Sempre viverás no meu coração. Prefiro chorar a tua ausência... Prefiro a dor eterna ao esquecimento perpétuo.

Carla André

sábado, 4 de junho de 2016

Hoje seria o teu dia...

Hoje seria o teu dia... o nosso dia. Todos os dias penso em ti, mas hoje em especial, penso e imagino como seria ter-te comigo a festejarmos o teu 3° aniversário. Seria maravilhoso, tenho a certeza. Imagino as nossas brincadeiras, as nossas gargalhadas, o teu sorriso ao abrir as prendinhas. Imagino-te feliz a bater as palminhas enquanto eu te cantaria os parabéns. Seríamos felizes. Não haveriam lágrimas de tristeza neste dia. Não conheceria eu a dor de apenas imaginar o que poderia ser ou como seria. Viver no tempo condicional é tão doloroso. Mas desde que partiste é nesse tempo que vivo todos os dias da minha vida. Se estivesses hoje aqui comigo, estaríamos a brincar, a rir, a amar. Serias o menino dos meus olhos, o homem da minha vida. Sem ti, uma parte de mim morreu. Morreu naquele dia em que te devolvi. E ninguém consegue imaginar a dor que cabe no coração de uma mãe que devolve o seu filho ao mundo das almas. Mesmo que a tua passagem por esta vida tenha sido tão breve e a tua viagem tenha sido tão curta, tu exististe, tu viveste e fizeste-me muito feliz. Este seria o nosso dia. O dia que assinalaria 3 anos de muito amor e felicidade. Mas tu partiste e hoje, 4 de Junho de 2016, é apenas um dia em que vivo as memórias de um tempo presente que não pôde existir. Amo-te Para Sempre Meu Anjinho.
Carla André

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

13/01/13 - 13/01/16 - 3 anos sem ti

Dezembro 2012
Três anos sem ti, meu anjinho.
Três anos de uma dor sem fim.
Um sonho que se concretizou, mas não se realizou.
Um lindo sonho que terminou.
Com muita dor e agonia.
A vida vazia que antes vivia, mais vazia se tornou.
Só tu me fizeste sentir feliz, plena de mim.
O nosso amor vive eterno no meu coração.
É ele que me faz sorrir, apesar das lágrimas.
E em pranto me despedi de ti.
Despedida que me magoou para sempre.
Não existe cura para uma dor assim.
Perder um grande amor, dói eternamente.
E eternamente serás parte de mim.

Carla André